Lembras-te...
Da cena de ciúmes que fizeste,
por causa de uma ex-namorada
que encontrámos à beira da estrada?
Lembras-te...
Do teu ar impertigado
e do meu sorriso rasgado,
de alegre surpresa?
E lembras-te....
Das palavras que não te disse,
mas do abraço que te dei,
e do olhar com que te olhei?
Desculpa,
por te ter olhado para a alma
ao invés de tentar consolá-la.
Desculpa,
por na altura não te dizer
aquilo que eu já julgava saber...
Que te amo...
Outro dia, no fim-de-semana, ela ligou-me. Queria ter uma conversinha comigo. Fiquei de pé atrás pois já estava a imaginar o conteúdo da conversa...
Estava-me a imaginar sobre pressão, para me decidir sobre continuar o namoro "terminado" ou assumir realmente o término da relação... enfim, aquelas coisas típicas das mulheres :P que nunca-estão-contentes-com-nada-e-dizem-uma-coisa-numa-altura-quando-o-que-querem-é-dizer-outra-coisa-mas-não-têm-coragem-e-então-vão-pelo-meio-termo-comprometendo-tudo-e-deixando-tudo-em-aberto :).
Mas não! Surpresa das surpresas (das agradáveis), ela como que leu os meus pensamentos e tirou-me as palavras da boca (ou então descobriu o meu diário) e disse-me muito simplesmente que não dava mais! Que não queria manter a amizade "colorida" e preferia acabar com essa situação, mantendo apenas a amizade! Sem zangas, sem nada de nagativo e com uma calma de quem pensou realmente sobre o assunto e está realmente decidida.
A minha ex-namorada subiu uns (muitos) pontos na minha consideração! :)
E eu continuo a achar que estou, no caminho da frontalidade, no bom caminho!
Muito aconteceu nestes últimos dias. Gosto de estar com a minha ex, sem compromisso, mas sinto que da parte dela há sempre aquela esperança que tudo não passe de "mais uma crise" minha e isso incomoda-me...
Incomoda-me porque eu sinto que as coisas entre nós não vão resultar e como tal incomoda-me que eu esteja a deixar esta situação arrastar-se. Vou ter que fazer alguma coisa. É bom ter-se uma companheira certa. Ter companhia e sexo com alguém, sem pensar nas preocupações inerentes às complicações que podem advir se um preservativo se romper, é bom, mas não é tudo.
O que eu pretendia com esta minha etapa era conseguir ir-me distanciando dela, aos poucos, e estou a viver um paradoxo! Se, da parte dela, estou a ter muita resistência ao meu afastamento (o que é normal considerando que ocupava grande parte da sua vida), já da minha não há dificuldade em ir-me afastando, o que só me motiva a continuar a afastar-me!
Em relação à minha actual paixão apesar de pensar que encontrei a pessoa certa para mim, como escrevi antes, a minha abordagem foi das piores possíveis e agora sinto, ao contrário do que antes sentia, que da parte dela não há uma reacção aos meus avanços! Isso deixa-me um pouco desmotivado e leva-me a conhecer outras mulheres pois a minha fase de ficar à espera de encontrar a bela adormecida já passou!
E eis que entram em jogo duas novas jogadoras. Ambas me atraem embora de uma maneira diferente. Uma tem uma sensualidade explícita, que me causa uma atracção quase animal! Mas estou convencido que não é (apenas) isso que ela quer... mas eu não estou convencido de que pretendo uma relação com ela! Os nossos lábios já se tocaram, numa despedida ao final de uma saída à noite, mas foi apenas um leve e sensual roçar de pele vermelha e carnuda, mas é assim que pretendo que fique! Pelo menos até poder trocar ideias com ela e perceber o que pretende! A segunda jogadora tem uma sensualidade mais refinada, mais feminina, mais senhorinha! Não é que ela não seja tão sensual, porque já tive hipótese de a ver deslumbrante (e deslumbrou-me), apenas não o demonstra (diria esconde) até ao momento certo! Creio que me daria melhor com ela, mas necessito de a conhecer bem porque já não estou disposto a iniciar uma relação com alguém como se fosse jogar no Totoloto (a ver se me calha a sorte grande). Ela não mexe tanto com as minhas hormonas, pelo menos numa situação normal, mas isso até nem é mau se ela souber mexer com elas quando estivermos a sós! Vamos ver como é que isto se desenrola...
Para já, acho que a segunda jogadora está em vantagem, porque admito logo à partida poder ter alguma coisa com ela...
E falta-me falar da minha nova amiga! Não falámos durante uns tempos, não por nos termos afastado mas porque as nossas vidas profissionais só às vezes permitem com que nos cruzemos com frequência e, devido a elas, nem sempre os nossos horários são compatíveis com o sairmos juntos à noite ou até beber um simples café! Mas combinámos sair em breve! Nunca me senti assim ao pé de uma mulher. Fisicamente não é o meu tipo. É engraçada, mas não é bonita e isso no longo prazo prejudicaria uma relação entre nós (ou não!). Mas a nível intelectual sinto que ela é quase uma alma gémea! A maior parte das vezes parece que estamos em sintonia e isso faz-me sorrir sempre que penso nela. No dia dos namorados mandou-me, sem dúvida, a melhor mensagem de Valentine's Day :) (sem qualquer referência a uma relação).
Hoje de tarde liga-me a minha ex a perguntar se eu não queria ir lá jantar a casa, para ela ensaiar um prato novo! Meio convencido, acedi. Disse-lhe que iria e, até chegar a casa dela, estava tudo bem.
O problema foi quando lá cheguei! Não sei se foi de ver aquele cenário familiar, ela no fogão (em trajes menores) a terminar de fazer a comida, eu a chegar e a cumprimentá-la sem saber se a beijava na boca ou não (o que acabou por acontecer), o ir ao quarto deixar o blusão...
O facto de ter sido eu a por a mesa, como "nos velhos tempos", acho que ainda piorou mais a situação. Acho que de um momento para o outro me senti "preso" como se nunca tivesse saído dali, daquela rotina que em tempos me agradava. E acho que foi aí que desliguei.
Ela, durante o jantar, fartou-se de falar e eu limitava-me a responder, raramente tendo qualquer iniciativa para iniciar um diálogo. Os seus olhos eram de uma alegria primaveril. Até que chegou a famosa pergunta "O que é que tens que estás tão calado?"! Não lhe soube responder. Como poderia fazê-lo se eu próprio não tinha bem a noção do que se passava? Quando acabei a sobremesa era hora de me vir embora e nem eu nem ela fizemos qualquer tentativa para que eu me demorasse mais uns minutos. Vesti as roupas da rua e ela veio à janela ver-me ir-me embora. Olhei-a nos olhos e vim-me embora... os seus olhos, e os meus, apresentavam agora uma melancolia outonal.
Tudo o que acontece, acontece com/por uma razão!
Isso provou-se mais uma vez hoje, ao ler um artigo de uma revista masculina, onde dizia que quando o/a parceiro/a tem Herpes (activo), não convém ter qualquer contacto sexual pois o vírus é hypertransmitível!
O vírus do Herpes é apenas um grande incómodo! Não mata, mas mói! E, até se encontrar uma cura, fica connosco durante o resto das nossas vidas aparecendo sempre que há condições propícias para isso.
Naquele famoso dia em que fui frontal com a minha ex e ela literalmente me expulsou de casa dela, ela estava com uma ligeira erupção de herpes na boca. Já estava em fase de cura, mas ainda estava activa. Ao me ter expulsado de casa, fez-me na realidade um favor. Em troca de uma sessão de sexo poderia ter apanhado uma sessão contínua de herpes simplex.
Foi melhor assim! Digo eu...
Fim de semana em família, com os meus irmãos mais novos...
Aproveitei e fui visitar a família. Não há muito para escrever. Fui passear com um dos meus irmãos e, de resto, estive com alguns amigos em amena cavaqueira, passando o resto do tempo a reforçar os laços familiares com quem durante muito tempo está longe da vista mas não longe do coração.
Tenho alguns planos para ir passar as férias de verão junto deles, mas prefiro não dizer já nada aos meus irmãos e fazer-lhes uma agradável surpresa se assim for o caso.
E foi interessante, a conversa! Foi ela que falou, eu limitei-me a sorrir :c).
Sorri porque enquanto a ouvia pensava que aquelas palavras poderiam estar a sair da minha boca enquanto ela me ouvia. Agora, mais que nunca, tinha a certeza que preferia ceder a parte sexual e ganhar uma Amiga. Ela disse-me aquilo que eu já tinha pensado. Que esta não-relação era interessante mas que mais cedo ou tarde iria ter um desfecho, e que esse desfecho poderia ser, ou não, do nosso agrado, mas que cabia a nós decidirmos antecipadamente qual o desfecho que queríamos. Ela, como eu, preferia ceder a parte sexual (não descartando a hipótese de eventuais "embrulhanços" futuros) e explorar a parte dela que, na minha presença, se consegue soltar e divulgar os mais pequenos detalhes da sua personalidade e observar-me a fazer o mesmo.
No final trocámos olhares, beijos e abraços carinhosos, daqueles que se dão aos amigos chegados. E sorrimos! Sorrimos muito :-).
Ontem recebi um email da minha ex.
Dizia-se magoada comigo, usada, e outros adjectivos degradantes para com a sua pessoa, mercê daquilo que eu lhe deveria ter contado. Senti que não podia deixar as coisas naquele pé e respondi-lhe para lhe tentar explicar o que aconteceu e porque aconteceu! Embora não tivesse muita esperança pensava que conseguiria, ao menos, que ela não me odiasse tanto quando lesse a minha versão dos factos.
Surpresa, surpresa!
Ela não só me respondeu ao email, mas resolveu jogar o meu jogo e desafiar-me para termos uma "Amizade Colorida" mas a título exclusivo (nem eu, nem ela, teríamos sexo com outra pessoa).
Isso fez-me pensar! Fez-me pensar nas complicações, ou não, que poderia trazer pelo facto de estarmos separados, no facto de que gostei da experiência sexual com a outra jogadora (e estava a pensar em repeti-la) e no facto de que, se no futuro me aparecer uma hipótese do género "pegar ou largar" com alguém que eu deseje ardentemente, terei de recusar. Mas cheguei à conclusão que não vale a pena enganar-me. Estivemos vários meses a moldar-nos sexualmente um ao outro e, excepto casos raros (ou anteriores parceiros), não encontraremos tão cedo ninguém que nos consiga dar a mesma entrega e aceitar a mesma retribuição. O que queremos mesmo é embrulhar-nos um com o outro, estejamos a namorar ou não! O resultado, quando nos encontrámos mais tarde, foi uma autêntica maratona de sexo.
Ao mesmo tempo, dado o relacionamento intelectual que tinha com a outra jogadora, sentia que havia algo nesta relação binómica platónico-sexual que teria de ceder. Senti que se fosse a parte platónica a ceder iria perder bastante mais do que se fosse a parte sexual. Se cedesse a parte sexual perderia uma (boa) parceira. Se cedesse a parte platónica perderia uma companheira... uma Amiga! Sim, sentia que desta relação sui generis poderia nascer uma forte amizade entre duas pessoas que se conseguem libertar plenamente quando se encontram. Nós tínhamos uma conversa pendente, acerca de "nós", já desde há uns dias... essa conversa, agora ainda mais, iria certamente ser interessante...
Este vai ser o meu (blog)diário online.
Estava a fazê-lo noutro site, bilingue, mas decidi deixar este em PT e o outro na outra língua e ir actualizando à medida do possível. Assim não tenho de me procupar em fazer dois posts de uma assentada só para manter a ordem cronológica dos mesmos (no outro site tenho dificuldades em alterar a data dos posts).
Irei transcrever os posts em português do outro site para este e, uma vez que posso alterar a data dos mesmos, colocar-lhes a data dos acontecimentos. Como tal este é efectivamente o meu primeiro post, embora apareça com uma data posterior à de vários posts :).
A coisas correram mal com a Amizade Íntima! Estávamos a meio caminho para uma nova sessão de troca de suores quando ela resolve perguntar-me se eu tinha estado com mais alguém entretanto.
Senti vontade de fugir à questão, negar tudo e ir pelo caminho mais fácil e esperar que ela não descobrisse. Mas não é isso que quero para mim. Não quero continuar a permitir este jogo perigoso do alimentar de certas situações que, a não serem descobertas, não causarão danos mas, a o serem, causarão um grande abalo na confiança entre as pessoas em particular e no sexo oposto em geral. O ex-namorado dela é um amigo meu e eu vi como ele a tratou (andou com ela e com outra ao mesmo tempo e arrastou a relação ao ponto de ter de ser ela a acabar, quando ela era quem estava apaixonada por ele) e decidi que não me iria tornar no espelho desse meu amigo, o qual tanto critiquei. Contei-lhe a verdade e ela não aguentou. Não conseguiu conceber como é que em menos de 3 semanas eu já tinha estado nos braços de outra mulher! Para mim a questão é muito simples: 1- Não tenho nenhuma relação com ela, pelo que não encontrava nenhuma razão (do ponto de vista racional) para não o ter feito - da mesma forma arriscava-me que o mesmo tivesse sucedido com ela e só podia esperar que, tal como eu com a outra pessoa, o seu parceiro tivesse usado um preservativo; 2- Ela própria tinha deixado claro que não queria uma relação puramente física - como dizer que não quando o corpo pede e me aparece uma mulher que me diz exactamente o que queria ouvir (só quero sexo contigo)?
Entendo que ela esteja magoada, mas não que tenha virado toda a sua frustração e raiva para mim. Uma semana antes tinha-lhe colocado tudo em pratos limpos. Está mais que óbvio que ela alimentou a esperança de, com esta "Amizade", voltássemos a ter uma relação (o que, a acontecer, seria desta feita assumida por mim com projectos para um futuro em comum) e que, com esta "revelação" minha sentiu que tudo tinha caído por terra. Mas não sou eu o responsável por isso. Ela é. Eu não lhe alimentei esperanças nenhumas, fui francamente directo com ela!
Pediu-me que desaparecesse da vida dela e eu reconheço que talvez seja o melhor. Novamente vi coisas nela que gostaria de não ter visto, como para ela é tudo preto no branco (ou estou com ela, ou contra ela) e como com isso consegue passar de um extremo ao outro mais rápido que dizer "inexplicavelmente". Não seria capaz de manter uma relação com alguém nestes termos. Se a isso aliar o facto de que intelectualmente e culturalmente sinto que ela não me consegue acompanhar e que o seu maior trunfo são as linhas altamente curvilíneas do seu corpo (mas que já apresenta alguma celulite por desleixo), creio que conceder-lhe o seu pedido é realmente o melhor para ambos. Mas mesmo assim continuo a gostar dela e espero que ela encontre alguém que a faça sentir tão desejada e amada quanto eu me senti nos braços dela... Mentira! Que a faça sentir mais desejada e amada do que eu me senti com ela!
A "jogadora" em questão revelou ser uma excelente companhia. Sim, tivemos sexo, mas pela primeira na minha vida ouvi uma mulher dizer-me que queria apenas ir para a cama comigo e que não se queria envolver!
Fiquei agradavelmente surpreso. Não por não ter de lhe contar umas tangas para a levar para a cama, porque deixei-me disso (e pelos vistos resulta melhor do que as tangas) mas porque de repente passou-me pela cabeça que há uma nova geração de mulheres, independentes, seguras de si e do que querem dos homens, que não têm medo de nos olhar nos olhos e de nos dizerem "Pára com essas tretas, não te enterres mais. Queres fazê-lo, ou não?". But i degress... Revelou-se ser uma excelente companhia porque a nível intelectual consegue-me embriagar. Falamos de tudo, e sobretudo acerca de tudo (passo o pleonasmo). Inclusive falámos de futebol (um assunto que a mim não me desperta grande interesse, mas foi à luz dos acontecimentos - Feher - recentes) e foi ela que puxou o assunto! Gosto bastante da sua companhia e gostava de a conquistar para o meu álbum de amigos íntimos (sem conotação sexual). O tempo logo dirá de sua justiça...
Em relação à minha paixão, cometi todos os erros que vêm certamente identificados no manual de "Como acabar uma relação antes dela começar". Como não me respondia, comecei eu a pressionar (estúpido). Como ela não reagiu à pressão não aguentei e comecei a disparar em todos os sentidos. Comecei a julgá-la por coisas que só se passaram na minha cabeça e a cobrar-lhe por isso. Acusei-a de não ser frontal e directa, e sei lá de mais o quê! Estava-me a sentir ignorado e não conseguia lidar com isso. Estava-me a sentir, novamente e com muito mais intensidade, o verdadeiro melga... aquele gajo que ganhou o toque mais irritante do nosso telemóvel, só para nos lembrarmos que não devemos atenter chamadas dele! Felizmente, pouco depois, falei com a minha melhor amiga (sim, tenho uma) e ela chamou-me de volta à razão! Nessa altura é que eu percebi como estava fora da rota. Para fazer uma analogia o mais precisa com o que senti na altura foi como se fosse o Willy Fog, a tentar dar a volta ao mundo em 80 dias, viajando de balão para tentar ultrapassar alguns obstáculos e, de repente, dei por mim em... Marte! E foi só quando a minha amiga do planeta Vénus me fez um "Alô" é que eu percebi o quanto me tinha desviado da rota! De repente senti-me como se estivesse a cair em queda livre de Marte à Terra... sem pára-quedas! Foi horrível. O baque foi tão grande que a única reacção que tive (e ainda bem que a tive) foi enviar-lhe um email a pedir-lhe desculpa pelas coisas horríveis que tinha dito e a perguntar-lhe se podíamos voltar ao início, voltarmo-nos a apresentar e partir daí, sem pressões nem exigências.
Felizmente ela reagiu, ligou-me, e colocámos os pontos nos is! Não sem antes levar um raspanete maior do que aquele que alguma mãe alguma vez consegue influir a um filho. Senti-me, apesar de ter mais um palmo de altura do que ela, como o Jerry ao pé do Tom (tão pequenino), mas isso fez-me bem. Fez-me ver as coisas de outra perspectiva.
Entretanto a minha Ex entra em jogo novamente. Alguns pertences trocados foram a desculpa para nos vermos novamente. Havia uma certa hostilidade no ar, mas aquela hostilidade de quem se sente magoado e está na realidade a exigir a atenção do outro! O resultado foi uma troca de beijos e um pedido de explicações da parte dela! Achei que estava na altura de colocar as cartas na mesa e disse-lhe a verdade. Que ela continuava a mexer comigo mas que não queria voltar a namorar com ela e que, aliás, achava que tínhamos começado a namorar precocemente, que tinha sentido que tinha sido "arrastado" para um namoro e que, erradamente, me deixei arrastar para ver no que daria. Disse-lhe que se na altura tivesse tido esta conversa com ela que as coisas certamente teriam sido diferentes e não estava disposto a cometer os mesmos erros por ficar calado. Não lhe garanti nada e até lhe disse que havia a possibilidade de, se nos enrolássemos, estarmos ambos a cometer um erro, mas que era um erro que eu estava disposto a cometer. Perguntou-me se seriámos amigos íntimos e disse-lhe que sim, que seria o máximo que lhe poderia oferecer nesse momento. Pelos vistos era um erro que ela também estava disposta e o resultado foi uma sessão de sexo fabulosa. É muito diferente ter-se sexo com alguém desconhecido, do que com alguém que partilha a sua intimidade connosco já há uns meses/anos. Vamos ver como se desenrola esta "Amizade".